Propósito do blog

Olá, o propósito desse blog é informar tanto leigos como experts no assunto de arqueologia, ufologia e outros carros bizarros que acontecem no mundo e permanecem sem explicação. Meu 'mentor' para criação e inspiração do blog é o Erik Von Daniken escritor de 'Eram os Deuses astronautas'.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

[Sumérios] - O Planeta Vermelho - Nibiru

Pesquisando mais sobre aquele retangulo perto do post anterior 'Google sky' descobri que há expeculações de que um planeta estaria localizado ali, bem na ragião 'censurada' pelo google.


- O nome deste planeta é NIBIRU.

A propria NASA diz ter visto o planeta vermelho e registrado ele, mas há cientistas que afirmam que não há tal planeta.

Mas o fato dele existir ou não é só a ponta do iceberg, pois há relatos de que esse planeta passará entre a Terra e a Lua, adivinha quando? 

EM 2012!

Pois é, é isso que está causando tanto alvoroço nas pessoas.

Esse planeta possui uma gravidade maior do que a do que  a da Terra além de ser 'gigantemente' maior que a Terra.

•A orbita de Nibiru


A orbita de Nibiru é diferente dos outros planetas do nosso sistema solar, enquanto estamos rodando em um plano, Nibiru passa 'por cima' desse plano. Colocando em um plano cartesiano, estriamos em X e Nibiru estaria orbitando o sol em Y.

•A lenda Suméria de Nibiru


O historiador e arqueólogo Zecharia Sitchin nascido na Rússia e criado na Palestina, onde adquiriu profundos conhecimentos de arqueologia e história oriental. Sitchin tem traduzido massivamente, ao longo de sua vida, os escritos de mais de 2000 placas sumérias encontradas em suas pesquisas arqueológicas. 

E tem escrito inúmeros livros contendo essas traduções e sua interpretação sobre o assunto. Basicamente, o legado do conhecimento sumério revela que a Terra, teve origem através da colisão de dois gigantescos corpos celestes, Nibiru e Tiamat


Os escritos afirmam que Nibiru, um planeta avermelhado (Que já foi avistado pela NASA e atualmente vem sendo chamado de “planeta X") foi desviado de um sistema binário, há milhões de anos, e capturado pela gravidade do nosso Sol. 

Esse planeta viajou em nosso sistema solar, abaixo da elíptica, passando por Netuno e Urano. Como seu campo magnético era muito intenso, ele deslocou Urano para seu lado quando passou por ele. 

Naquela época não havia o planeta Terra, mas sim um outro planeta, muito maior, Tiamat, coberto quase que só de água. 

Durante a trajetória, as luas de Nibiru atingiram Tiamat dividindo-no em duas partes, pulverizando a metade onde ele foi atingido (criando o cinturão de asteróides entre Marte e Júpiter) e empurrando a outra metade para uma órbita mais baixa, a atual órbita da Terra. Durante esse processo, uma das luas de Nibiru foi capturada pela gravidade da Terra, e se tornou o nosso satélite. 



A primeira passagem de Nibiru foi responsável pela atual configuração do nosso sistema solar. Plutão era uma lua de Saturno que foi arrancada de sua gravidade e empurrada para a sua atual órbita. Em Fevereiro de 2000, chegava ao fim a "Missão Near" (sonda Near) da NASA, chefiada pelo Dr. Cheng, confirmando esta gigantesca trombada celeste no início do nosso sistema solar (catastrofismo).




Nibiru tem um período órbital de 3600 anos se comparado com a Terra e orbita dois sóis. Os sumérios descreveram-no como sendo quatro vezes maior do que a Terra, de cor avermelhada, e responsável por grandes catástrofes, no nosso planeta, durante suas passagens através de nosso sistema solar. Eles explicam que a aproximação desse planeta foi a causa do dilúvio citado na Bíblia, devido a um deslocamento polar na Terra. 

Os estudiosos do legado sumério, têm se questionado como seria possível que uma civilização tão antiga tivesse informações tão precisas sobre astronomia, numa época onde supostamente não havia equipamentos tecnológicos? A resposta está no trabalho de Zecharia Sitchin

O conhecimento sumério, sobre o sistema solar, só poderia ser obtido por meio de uma fonte externa. Que fosse capaz de viajar pelo espaço e observar esses eventos

A dimensão do trabalho de Sitchin é tão importante que ele foi consultor pessoal dos generais norte-americanos Colin Powell e Norman Schwarzkopf, durante a guerra do Golfo. Powell, que posteriormente se tornou Secretário de Estado, tinha um particular interesse na organização militar dos sumérios. 

Coincidência ou não, nos últimos quinze anos as campanhas militares norte-americanas se tornaram extremamente intensas na região que foi o berço da civilização suméria.
As placas sumérias tem informações precisas sobre os planetas do sistema solar. 



O mais impresionante são os dados sobre Plutão (planeta que só foi descoberto em 1930). Eles sabiam o tamanho de Plutão, sua composição química e orgânica e afirmavam que Plutão era na verdade um satélite de Saturno que se "desprendeu" e ganhou uma nova órbita.

 Eles chamavam a Lua de pote de chumbo e diziam que seu núcleo era uma 'cabaça' de ferro. Durante o programa Apolo, a NASA confirmou esses dados... Esse conhecimento seria possível há 3.000 anos atrás?

 Em 1983, o Satélite Astronômico Infravermelho (IRAS) fotografou um grande objeto na imensidão do espaço. O astro seria tão grande quanto Júpiter e provavelmente poderia fazer parte do nosso Sistema Solar. Em 1987, a Agência Espacial Norte-Americana (NASA) anunciou oficialmente que admitia a provável existência do chamado Planeta X.

 Em uma conferência realizada no Centro de Pesquisas Ames, na Califórnia, o pesquisador John Andersondeclarou: 

“Um décimo segundo planeta pode estar orbitando o Sol. Sua localização seria três vezes a distância entre o Sol e Plutão”

A questão é delicadíssima. De um lado temos escritos de milhares de anos sobre a formação da Terra, com informações precisas e riquezas de detalhes, traduzidos pelo maior especialista em civilização suméria e de outro lado temos a discreta confirmação dessas informações pela maior agência espacial do mundo.


5 comentários:

  1. Muito interessante, mesmo. Fiquei sabendo desse negócio de mais um planeta no sistema solar, que ia até mudar nossos signos, ausdhaushduas

    Mas mesmo assim, não acho possível que com a tecnologia de hoje, eles não consigam prever uma possível colisão ou a passagem próxima. Sacanagem o mundo acabar mesmo em 2012 e ninguém confirmar XD

    Ae Fe, vou pesquisar mais sobre isso, mesmo que rapidinho.. qualquer coisa, te falo ;D

    Mas acha mesmo que o buraco no Google Sky tenha algo a ver? Como eu disse ontem, tem vários outros buracos lá, e uma coisa que me pergunto: como alguém conseguiu achar isso?

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  2. sim panda...HSUIAHSUAI COMO ALGUEM ACHOU AQUELES BURACOS? bando de desocupados

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  3. Parabéns por suas postagens e por seu blog, cada vez fico mais interessado em suas postagens

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  4. Planet X cross Planet. lembra Cruz, cruz lembra Cristo, que lembra: Eis que venho e serei visto do ocidente ao oriente e todo joelho dobrará e toda língua confessara.
    Cristo é um habitante de Nibiru, que ficou conosco para uma missão específica e ascendeu aos ceús como consta! e está voltando!?!?!?!

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  5. É realmente uma reportagem "muito boa e esclarecedora", principalmente porque tem bastantes links para fontes externas, de modo que é claramente possível comprovar "todas as referências" sobre as afirmações da NASA, as descobertas realizadas a partir de sondas no espaço, os fatos históricos, as imagens e transcrições das placas suméricas...
    Claro, como podemos desconsiderar a maior evidencia próxima a nós: a lua e seu núcleo de ferro, que afeta tanto a Terra a ponto de, em noites de lua cheia, as bússolas deixarem de apontar para o norte magnético e se curvarem para a Lua. Não é à toa que os gregos a adoravam como se fosse um deus, não é?
    Deve ser por conta deste ferro todo nos orbitando que nossos satélites e telescópios até hoje não registraram um planeta vermelho tão grande quanto júpiter vindo em nossa direção. E o melhor, quer dizer, pior: ele está prestes a passar "entre a Terra e a Lua".
    Mas, espera, para tudo! Como um planeta do tamanho de júpiter irá passar entre a Terra e a Lua? Seria possível uma melancia passar entre uma bola de gude e uma semente de tomate, separadas entre sí por menos de 1mm de distância?
    Isto é realmente, um mistério...
    Como diria um conhecido meu, que parafraseia o jornalista Boris Casoy (isso, aquele do caso dos garis): È... muita... maconha!!!

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